01
Hipótese
9 páginas. 10 copywriters diferentes. Cada página com tom, consciência e formato próprios. Como garantir que o portal soe como um sistema só, e não como uma coletânea de freelancers?
A hipótese: um universo narrativo (documento de DNA conceitual) carregado em cada página cria coerência sem engessar.
02
Método
Na primeira página, a frase-tese exigiu 3 rodadas de mesa-redonda com 5 agentes (15 invocações). O resultado não foi só a frase. Foi a descoberta de que frase-tese não é problema de copy. É problema de identidade.
Esse processo produziu um subproduto: um documento de 139 linhas com o fenômeno central e sua definição técnica, um sistema de frases em 3 níveis, vocabulário expandido, 7 analogias aprovadas com contexto de uso e 7 regras, incluindo "cada página pega uma frase". Cada página seguinte recebeu esse documento no payload.
03
Resultado
C1 (alinhamento de voz) = 5/5 em 100% das páginas Full. 6 páginas, 6 agentes master diferentes, a mesma nota de voz.
Callbacks entre páginas surgiram sozinhos: "Isso não é bug. É física." (Home) reaparece no Sprint. "Nenhum dos dois sabe quem começou" (Home) ancora outra página. O Manifesto fecha com um gancho para o Lab. Nenhuma dessas conexões estava no brief.
04
O que mudou
O universo narrativo agora é artefato obrigatório na fase INTELLIGENCE do COPY FORGE. A regra "cada página pega uma frase do sistema" impede saturação. E o documento evolui: cada página produzida pode adicionar novas frases.