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Hipótese
Copy começa antes da primeira palavra. A maioria dos processos começa no brief e pula direto para o rascunho. O que acontece se você insere uma camada de diagnóstico (Tier 0) que classifica o leitor antes de qualquer decisão criativa?
A hipótese: o diagnóstico de consciência (Schwartz) e sofisticação (Breier) muda o tipo de lead, o agente selecionado e a estrutura da página.
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Método
Para cada uma das 10 páginas do portal, executei um diagnóstico Tier 0 completo:
- Classificação de consciência (unaware a most aware)
- Classificação de sofisticação (1 a 5)
- Seleção do tipo de lead (Offer, Promise, Problem, Big Secret, Story)
- Mapeamento da voz do cliente contra o arquétipo
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Resultado
O diagnóstico mudou decisões concretas em 4 páginas:
- Links (consciência 1, sofisticação 4): lead do tipo Story. Sem o diagnóstico, seria Promise. A página abre com identidade, não com benefício.
- Manifesto (consciência 3, sofisticação 5): sofisticação máxima eliminou mecanismos. "Uma coisa que mudou tudo" é linguagem de guru. O diagnóstico vetou essa abordagem antes de existir um rascunho.
- Sprint (consciência 4, sofisticação 4): o benchmark sugeria Todd Brown + Marshall. Com um único case, a página precisava de maximização de prova (Bencivenga), não de nomear mecanismo.
- Hackeando (consciência 3, sofisticação 4): o diagnóstico definiu a proporção 75/25 entre mecanismo e oferta. Sem ele, os dois teriam o mesmo peso.
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O que mudou
Tier 0 agora é portão obrigatório no COPY FORGE. Nenhum rascunho começa sem diagnóstico. O roteamento deixou de ser intuitivo e passou a ser derivado de dados. A síntese do Tier 0 alimenta o roteamento, o brief, os critérios de QG e as restrições de voz.